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A QUÍMICA DO CÉREBRO

Um dos mais importantes fatores que concorre para o aumento do peso é a química do cérebro.

A pressão do dia-a-dia pode mudar a química do nosso cérebro fazendo com que os níveis dos neurotransmissores envolvidos com a sensação de prazer e saciedade caiam.

Pequenas alterações no sistema psiconutrometabólico desequilibram nossas percepções sobre a fome e promovem o acúmulo de gordura corporal.

A dopamina é um neurotransmissor quando em desequilíbrio, afeta diretamente o córtex pré-frontal, região do cérebro que é sede da consciência e que participa do sistema de prazer e de recompensa, influindo em sintomas como a fome voraz, o comer compulsivo, o comer noturno.

Da mesma forma níveis baixos de outro neurotransmissor a serotonina  determinam  a compulsão por carboidratos doces e muitas pessoas com sobrepeso apresentam labilidade emocional, tendendo para a depressão, pela carência dessa substância.
Alimentos com um aminoácido específico (tryptofano) contribuem para a formação da serotonina, o neurotransmissor do bem-estar.

A leptina é uma proteína produzida no tecido gorduroso que emite sinais de saciedade para o cérebro e sua falta descontrola o equilíbrio energético.
A falta de vitamina D interfere na ação da leptina.

Altos níveis do hormônio cortisol no sangue, liberado pela glândula supra-renal em situações de estresse, contribuem para a resistência a insulina e o aumento da gordura no abdômen.

O hormônio da fome chamado grelina é produzido pelo estômago vazio e aumenta consideravelmente depois de três horas sem a ingestão de alimentos.

Baixos níveis do hormônio ocitocina nas mulheres resultam em angústia o que para muitas  dispara o gatilho da fome.

A disbiose intestinal, decorrente de alterações qualitativas e quantitativas da flora intestinal, é outro fator determinante para o sobrepeso pois influirá em vários hormônios com ação cerebral.
Regular a composição da microbiota intestinal é necessário para emagrecer. 

A qualidade do sono é importantíssima, pois durante o sono reparador é produzido o hormônio de crescimento que quebra a molécula de gordura.
Está comprovado que o sono inadequado contribui para o mau humor e o sobrepeso.

A melatonina é secretada a partir da serotonina durante a noite e é o maior antioxidante natural do organismo (durante a noite ela destrói os radicais livres no SNC).

Para contornar essas situações os médicos que trabalham com a prática ortomolecular receitam nutrientes e suplementos que induzem o organismo a liberar as substâncias capazes de promover naturalmente a sensação de prazer e bem-estar.

Por isso, cada vez mais as pessoas recorrem à prática ortomolecular para equilibrar as substâncias que promovam a saciedade através dos alimentos funcionais, do uso dos suplementos e dos fitoterápicos moderadores do apetite.

A utilização de qualquer suplemento ou fitoterápico para emagrecer será feita sempre com o acompanhamento profissional e deverá revestir-se de responsabilidade e critério médico.

© Clínica Emagrecer | Aldeia