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As causas da obesidade e do aumento do peso são múltiplas e devem ser investigadas.

 

A seguir algumas das condições que influem para o aumento do peso e a obesidade:

A Predisposição Genética.
Estima-se que existam mais de 100 genes envolvidos na obesidade humana.
O risco de alguém se tornar obeso quando nenhum dos pais é obeso é de 10%.
Sobe para 50% quando um dos genitores é obeso
Atinge 80% quando ambos são obesos.
A presença de obesidade na infância ou na adolescência indica causas genéticas e esse tipo representa 30% dos obesos adultos.
Todos os esforços devem ser feitos para manter esses indivíduos com parâmetros metabólicos equilibrados.
 
As Dietas Hipercalóricas.
Quilocaloria ou simplesmente caloria é a energia derivada dos alimentos que ingerimos resultante das diversas transformações químicas que ocorrem no organismo.
Todas as funções do corpo dependem dessa energia.
Para pessoas que pratiquem trabalhos leves são necessárias entre 1800/2500 Kcal./dia.
Alguns alimentos são mais calóricos do que outros.
Um grama de gordura gera 9 Kcal.
Carboidratos e proteínas fornecem 4 Kcal por grama.
O álcool oferece 7 Kcal por grama.
Quando ingerirmos mais calorias do que necessitamos o organismo passa a armazená-las em forma de gordura.
Dietas com quantidades exageradas de gorduras, carboidratos ou proteínas são consideradas hipercalóricas.
 
O Sedentarismo.
O sedentarismo está intimamente ligado à obesidade, pois a atividade física representa cerca de 20% a 30 % do gasto calórico total em adultos.
Caso não praticarmos atividade física a energia que consumiríamos com ela será transformada em gordura.
O sedentário apresenta um risco 4 vezes maior de se tornar obeso.
 
O Envelhecimento.
O envelhecimento é causado por alterações moleculares que se aceleram com o aumento da idade e que determinam perdas funcionais progressivas dos órgãos e do organismo como um todo.
O ganho de peso relacionado à idade decorre da diminuição da taxa metabólica basal que, principalmente nas mulheres, se acentua após a menopausa.
Entre os 25 e 55 anos, sem grandes extravagâncias podemos engordar 8 quilos ou mais.
Após os 60/65 anos acontece em ambos os sexos um aumento da massa gordurosa.
Aspectos étnicos e o “estilo de vida” também influem para engordarmos ao envelhecer.
 
A Insônia.
É durante o sono profundo que o corpo produz o hormônio do crescimento (GH), que, entre outras funções, preserva e aumenta a massa muscular além de romper as moléculas de gordura para transformá-las em energia.
Afora isso, durante o sono o organismo reduz a síntese de grelina, o hormônio do apetite, e aumenta a de leptina, responsável pela saciedade.
A insônia crônica desequilibra esses hormônios, que são secretados durante o sono, determinando o aumento do apetite.
Acredita-se que a síndrome alimentar noturna (SAN) afete 27% dos obesos grausIII.
As mulheres são mais atingidas na proporção 2:1 e o início geralmente acontece entre os 20 e 30 anos.
A falta do sono adequado também faz aumentar a produção de cortisol, o hormônio do estresse, o que leva a perda da massa magra e ao acúmulo de gordura, sobretudo no abdômen.
Nesses pacientes os níveis séricos de melatonina e leptina estão diminuídos e os níveis de cortisol elevados.
 
A Depressão.
A vulnerabilidade afetiva está presente em um grande número de pessoas que sofrem de obesidade.
Apresenta-se de formas variadas como depressão, bulimia e compulsão alimentar.
Nesta última condição, o indivíduo, em determinadas situações e horários, ingere quantidade
enorme de alimento de maneira descontrolada.
Fome desmesurada à noite e aumento do peso após algum trauma como separação, morte de parente próximo ou desemprego, são características de depressão. Nesses casos a pessoa pode engordar mais de 20% do seu peso num período de tempo relativamente curto.
 
O Hipotireoidismo.
A tireoide absorve iodo dos alimentos e o transforma em seus hormônios.
Todas as células do corpo dependem desses hormônios para converter oxigênio e calorias em energia.
Quando a tireoide está trabalhando num ritmo abaixo do esperado a produção de energia fica prejudicada e a massa gordurosa aumenta.
Em torno de 5% das pessoas que tem excesso de peso apresentam disfunções da tireoide.
 
A Síndrome da Fome Oculta.
Os nutrientes influem na química cerebral e no sistema de controle da fome e da saciedade.
A Síndrome da Fome Oculta é uma condição da pessoa que apresenta carência de nutrientes devido ao baixo consumo ou ao mau aproveitamento dos mesmos pelo organismo.
O corpo continua com “fome”, sentindo falta das vitaminas, aminoácidos ou minerais necessários para o seu bom funcionamento.
 
Parar de fumar.
Substâncias presentes no cigarro, principalmente a nicotina, são responsáveis por acelerar o metabolismo. Isso leva a um incremento na queima de calorias pelo corpo.
A nicotina também diminui as sensações de paladar e olfato reduzindo a vontade de comer.
Quando paramos de fumar podemos engordar até 5 quilos.
Nesses casos é indicado o uso de medicamentos que ajudam a controlar a abstinência do cigarro e o desejo intenso de comer doces, chocolates, e carboidratos.
 
Os Medicamentos.
Antidepressivos, antipsicóticos, cortisona, anticoncepcionais, e outros medicamentos podem ter um efeito adverso no peso corporal por influenciarem tanto a ingestão alimentar (aumento da fome), quanto o gasto calórico (alterações metabólicas).

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